Opinião

José Miranda

Para uma direita com tanto alcance e poder em tantas esferas, torna-se muito difícil aceitar que uma parte significativa desse poder ainda seja ditado pelas pessoas, pelo voto e que recentemente as eleições determinaram que a maioria discorda da sua proposta política.

Carlos Santos

Não será tempo das cidadãs e dos cidadãos começarem a dizer nas ruas que não querem a direita no Governo?

João Camargo

O voto popular não deu uma maioria absoluta ao governo Passos-Portas e também não deu uma maioria ao PS. É possível ter um acordo geral contra a austeridade? Contra a precariedade? Em defesa dos serviços públicos?

Miguel Guedes

Os resultados das eleições de domingo desenharam o país numa nova configuração política e em renovadas possibilidades de aprendizagem democrática.

Zuraida Soares

Três milhões de votantes rejeitaram a austeridade. É esta a maioria absoluta que tem de ser respeitada. Este é o mandato popular que o Bloco de Esquerda vai respeitar escrupulosamente.

Rui Costa

O Bloco de Esquerda apesar de, em termos proporcionais, ter uma presença menos expressiva nos órgãos das autarquias locais do que na Assembleia da República ou no Parlamento Europeu, tem bem vincado na sua atividade política a defesa da autonomia local.

Lídia Fernandes

Na sua infinita capacidade de idear novilínguas, Paulo Portas projetou um novo conceito: “sindicato de credores”. Será que a ideia colou?

Adriano Campos

Quando um Presidente da República tem a pressa e a necessidade em lembrar aos cidadãos quais são os pilares do regime é porque o medo começa a mudar de lado.

Maria Luísa Cabral

O Bloco de Esquerda sabe o que quer e como quer. Aceita a negociação, vamos a isso. Não haverá governo de esquerda se o PS fraquejar mas essas são contas do seu rosário que terá de prestar hoje e no futuro.

Graça Marques Pinto

O que a direita não pode escamotear é que estão criadas condições para um virar de página em Portugal. Há uma maioria objetiva no parlamento que o viabiliza.

José Maria Cardoso

É um voto de esperança em quem não desiste do país, em quem tem empenho e capacidade para defender o que verdadeiramente interessa.

Augusto Taveira

Confesso o desapontamento que senti pelo facto de, durante todo o tempo que durou a mensagem, ter esperado ansiosamente, em vão, que o Sr. Presidente da República desviasse os olhos do teletexto e olhasse para mim.