Ao ritmo frenético da propagação de incêndios que já consumiram mais de 1% da área do território, com destaque para a tragédia do Funchal, multiplicam-se as tomadas de posição de diversas entidades e partidos.
As recentes notícias do assalto diretamente feito por patrões a estagiários revelam a extensão do à-vontade com que quem emprega e já conhece o IEFP põe e dispõe não só dos salários dos seus empregados como do dinheiro público.
Passos Coelho mantém a mesma linha de discurso – vem aí uma hecatombe. Todo o PSD lhe segue o rasto e lá vão anunciando uma desgraça ao virar de cada esquina e agora até um “inevitável novo resgate”, como fez Paulo Rangel.
Já sei o que vão dizer sobre o outdoor que está agora nas ruas de Angola. Que é arrogância, que é nepotismo, que é apego ao poder, que é desprezo do chefe pelo partido e do partido pela população. Tudo errado.
É ousado pedir 1% do PIB para a Cultura quando a Cultura e as indústrias culturais representam, dizem todos os observatórios, entre 3% e 5% do PIB total?
Morto e enterrado? Os futuros episódios dirão do quem e do porquê do recente recuo, sendo certo que a obstinação ideológica pelo mercado livre e canonizado habitará os debates que importam.
O Governo aprovou uma proposta de Lei de Autorização Legislativa. A matriz da proposta é a lei que estabelece as bases da política de ordenamento e de gestão do espaço marítimo nacional. Mau princípio…
Grandes desafios se perfilham, portanto, perante a sociedade açoriana: defender a Democracia e intensificar a Autonomia - uma e outra tão duramente conquistadas!