Opinião

Francisco Louçã

Na sequência das autárquicas, só há uma forma de não perder depois de ganhar: fazer um orçamento ousado na recuperação social.

A vergonhosa carga policial ordenada por Rajoy, precedida de vários outros atos de repressão contra instituições democráticas da Catalunha, é o maior argumento em favor deste referendo, e do direito do povo catalão à autodeterminação.

Francisco Louçã

Se, no conjunto, a confluência maioritária PS-BE-PCP fica reforçada perante a derrota da direita, também é certo que vai ter muito trabalho, que exige muita negociação e criará tensão. É a vida, como dizia um antigo primeiro-ministro, e ainda bem.

João Semedo

O PS beneficiou mais que os seus parceiros da “geringonça” de estar a governar num contexto nacional de grande apoio popular às mudanças políticas em curso impulsionadas pela esquerda parlamentar.

Pedro Filipe Soares

O debate sobre o futuro da Europa parece estar novamente em ebulição, agora que estão ultrapassados os atos eleitorais em França e na Alemanha.

José Manuel Pureza

Manuel Martins proclamou, com serenidade firme, que "A Igreja tem de ser a voz dos sem voz". Parecerá agora frase feita. Mas quando foi proferida, nas circunstâncias em que o foi, e por um bispo, a frase soou a convocação à mudança drástica.

José Soeiro

O Porto é um dos concelhos onde estas eleições autárquicas são mais agitadas e interessantes. As últimas semanas tornaram o caso ainda mais especial.

Francisco Louçã

Há dois dias realizou-se um referendo acerca da independência do Curdistão iraquiano, conduzida pelo governo regional. Apesar do perigo, a população teve o direito de votar.

Maria do Carmo Bica

É urgente fazer o debate sobre a forma de contrariar a escalada de degradação da qualidade da democracia que vem associada, em muitos casos, a elevados níveis de falta de transparência.

Pedro Miguel Cardoso

Podemos dizer que “CETA” a “CETA” enchem os investidores o papo, enquanto os Estados e as regiões definham.

Portugal conhece demasiado bem o resultado das maiorias absolutas do "centrão". Nos governos, como nas autarquias, o poder incondicional serviu as piores políticas, corroeu a qualidade da democracia e minou a credibilidade do sistema político.

João Fraga de Oliveira

Sempre preferiu sair cá para fora, para o adro e para além dele, para “ocupar espaços de onde a Igreja nunca devia ter saído". Era até muito por isto que passaram a chamá-lo “bispo vermelho”.