Surpreendido pela morte do Zé Pedro, como se não soubessemos todos o que ele passou, mas como pode morrer alguém como ele?, aqui vos trago algo que escrevi para os Xutos há um par de anos. É a minha homenagem a um rockeiro de combate.
Após dois anos, a primeira emboscada à Geringonça não aparece pela mão das linhas vermelhas do Bloco de Esquerda ou das ortodoxias do PCP: a primeira traição surge pelos interesses instalados no PS.
O PSD experimentou um exercício de hipocrisia e aproveitamento político indigno ao propor a isenção de IMI aos “edifícios destruídos ou gravemente danificados” pelos incêndios ocorridos em território nacional neste ano de 2017”.
Já se tornou banal vermos estabelecido um “Dia” para cada coisa e, às vezes, até um dia para várias. Talvez também por isso, depois, nos esqueçamos todos os dias de todas essas coisas.
Os problemas que nos assolam já não são problemas apenas do interior ou de um grupo de ecologistas que sempre alertaram para os problemas ambientais e sociais que vivemos há décadas.
Plano e Orçamento para 2018 vêm rotulados com o lema "Novo Ciclo". Lema demasiado fantasioso porque, de facto, nada neste Plano e Orçamento condiz com esta consigna.
As propostas que apresentámos iriam ter consequências imediatas na vida de muitas pessoas com deficiência, melhorando a sua qualidade de vida. PS e PSD negaram-lhes essa melhoria de qualidade de vida inviabilizando-as.
A melhoria das condições de vida nas regiões autónomas nos últimos dois anos devem-se as medidas do OE de âmbito nacional e não às opções dos governos regionais.
A proposta de Orçamento da Região para 2018 do Governo do PS prevê a privatização de empresas públicas, independentemente de estas serem ou não estratégicas.
Ao Porto não interessa ter uma placa a dizer “Infarmed” num edifício municipal vazio. Interessa ter serviços qualificados e organismos com massa crítica e isso não se faz dispensando quem dedicou décadas a construir o mais importante naquele instituto: o seu conhecimento técnico.