Se é verdade que com o capitalismo surgiram novas formas de liberdade e democracia, sobretudo política, parece que o sistema impede novas realizações para elas.
A este ritmo e, como lembra Steve Bannon em entrevista curiosa ao El Pais, como só estamos a sessenta dias das eleições europeias, teremos um frenesim de ensaios.
A expressão e gravidade da violência doméstica em Portugal exigem que falemos dela muitas vezes. Que falemos dela com a urgência de quem sabe que tudo o que foi feito até agora não basta, e que nada pode ficar por fazer.
Não há solução climática sem afrontar o capitalismo e o seu modelo de produção extrativista orientado para a acumulação de capital. É por isso que a mensagem de Ferreira Leite é tão valiosa.
Aceitar este mito é aceitar a precariedade e os baixos salários como naturais. É também minar as raízes do Estado social, porque é aceitar o “cada um por si”.
Num quadro de profundas alterações climáticas, em que os períodos de seca se repetem e agudizam, qualquer política de serviço público tem de colocar o problema do abastecimento de água na primeira linha das suas preocupações.
É no desnorte corrente que vive o PSD, agrilhoado entre um sebastianismo Passista que não se cumpre e uma promessa minada por dentro de voltar ao centro que se cria um caldo, de onde saem estas excrescências populistas.