A quebra do consenso de excecionalidade e o regresso da política são indicadores de recuperação da saúde democrática. Porque eles serão sinais de que o constrangimento do medo foi substituído pela liberdade da escolha.
Em todo o mundo, são 79,5 milhões de pessoas deslocadas em resultado da guerra, de perseguição ou da violação de direitos humanos. O número nunca foi tão elevado. São mais 9 milhões de pessoas do que em 2018 e quase o dobro em relação a 2010.
Ana Plácido foi uma jovem obrigada a casar aos 19 anos com um comerciante rico muito mais velho que ela, largou o marido para viver com Camilo um grande amor, foi julgada e presa com ele, foi sua companheira até morrer.
A cereja no topo do bolo da “falta de noção” é a engenharia financeira que o Governo inventou para “reforçar” as verbas para o SNS neste Orçamento Suplementar.
Vai ser preciso contratar mais professores, mais assistentes operacionais, mais técnicos especializados. Sobre isto, nem uma palavra no Orçamento Suplementar.
A cultura é o que somos, uma luta permanente entre valores e, assim, permite a descoberta do humano, em tudo o que tem de podre e de vibrante, de sujo e de belo.
Lisboa fez um investimento de cerca de três milhões de euros por ano. Não podemos exigir aos municípios pequenos e médios deste país que façam, por si só, o financiamento de uma estratégia nacional tão importante.
O olhar científico da História sobre o devir das sociedades humanas não é neutro, é contextualizado numa época, é diverso e, não raramente, é antagónico.
É preciso muita desfaçatez para atribuir a decisão da UEFA a um acto simbólico para premiar os profissionais de saúde que combatem os efeitos da covid-19, nos diversos níveis de prevenção.
Na reta final deste 3º período de Ensino à Distância, há reflexões necessárias para preparar aquilo que vai ser a abertura prevista das escolas em setembro.
O presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, tem insistido nas últimas semanas nas mesmas ideias: “Temos uma oportunidade de desenhar uma nova Europa”. São palavras vazias ou talvez ameaçadoras, como o é o conceito de “nova normalidade” depois da pandemia.