Um exército de comentadores políticos tem desenvolvido uma tese de grande interesse. O Bloco está encurralado com o seu apoio à candidatura de Manuel Alegre.
Alguém poderia afirmar com seriedade que não deveria existir uma igreja cristã junto ao local da explosão na cidade de Oklahoma apenas por Timothy McVeigh ser cristão?
Todas as partes em conflito sabem o que vem ocorrendo desde que o Afeganistão foi ocupado. O que também é claro é que essa guerra é impossível de ser ganha.
O que a França está a fazer é ilegal, uma clara violação dos tratados e do espírito fundamental da União Europeia. A Comissão Europeia, que é suposta ser a “guardiã dos tratados”, não se insurge. Durão Barroso está silencioso.
A vaga ultraliberal que tem invadido a União Europeia não representa apenas uma agudização da linha monetarista. Transporta em si uma estratégia de evidente destruição do modelo social europeu.
Os impostos são realmente inevitáveis, e especialmente quando a economia-mundo está em má forma, como actualmente. O que não é inevitável é o grupo ou grupos que recebem a maior carga.
A sociedade contemporânea precisa de uma internet livre, justa e igual para a ONG, a banda de garagem, a empresa da esquina ou a companhia multinacional.
Este mito diz-nos que podemos mudar o mundo pelo consumo, usando o nosso dinheiro para “votar” em produtos ecológicos. Obviamente, a realidade é muito diferente.
Os 2,6 mil milhões de euros perdidos no BPN e no BPP permitiriam apoiar hoje quem mais precisa. Mas nem Sócrates nem Passos Coelho têm qualquer interesse nisso.