Segundo a agência Lusa, a deputada Ana Drago, no final da visita, considerou que a intervenção nas escolas é "mais que necessária e justa", mas discordou do regime de contratação da Parque Escolar, que "tem gerido este processo (que envolve um montante global na ordem dos 3 mil milhões de euros) de uma forma muito pouco transparente".
"A Parque Escolar tem um regime de contratação pública absolutamente excepcional, que lhe tem permitido adjudicar obras de empreitada e também os projectos sem fazer concursos públicos em muitos casos, ou seja, em vez de ser pelo Código dos Contratos Públicos, aliás do Governo do PS, tem um regime de contratação próprio que permite esses ajustes directos", afirmou a deputada bloquista.
Ana Drago considerou também que o facto de a Parque Escolar "ficar com a propriedade das escolas" reabilitadas também é "preocupante", sublinhando os interesses imobiliários que podem surgir no caso concreto da Escola Secundária de Gil Vicente, em pleno bairro da Graça.
"Esta escola tem uma belíssima vista para o rio Tejo e esta é uma zona relativamente envelhecida, nós queremos perceber se no caso de haver menos alunos nesta escola eventualmente a Parque Escolar entenderá que, para fazer algum dinheiro em caixa, ela pode vir a ser transformada num condomínio privado", referiu.
"Não aceitamos que a propriedade das nossas escolas não faça parte da alçada do Estado e portanto queremos transparência nos concursos e queremos que a propriedade se mantenha no Estado", frisou Ana Drago.
Francisco Louçã falou sobre decisão do Ministério Público de requerer a anulação do contrato de prolongamento da concessão do terminal de contentores à Liscont, considerando que "em todas as questões de orçamentos e dinheiros públicos tem de haver controlo e não compadrio, não facilidade, tem de haver rigor e esse rigor é o que falta e é disso que o investimento precisa e é aí que o Governo tem falhado".
O coordenador da comissão política do Bloco de Esquerda salientou que é necessária "boa gestão dos dinheiros públicos", sublinhando que "talvez por isso é tão importante a decisão do Ministério Público de contestar em tribunal a concessão sem concurso à Mota Engil do Terminal de Contentores de Alcântara por mais 27 anos, porque demonstra precisamente que o Bloco de Esquerda tinha razão".
"A Parque Escolar tem um regime de contratação pública absolutamente excepcional, que lhe tem permitido adjudicar obras de empreitada e também os projectos sem fazer concursos públicos em muitos casos, ou seja, em vez de ser pelo Código dos Contratos Públicos, aliás do Governo do PS, tem um regime de contratação próprio que permite esses ajustes directos", afirmou a deputada bloquista.
Ana Drago considerou também que o facto de a Parque Escolar "ficar com a propriedade das escolas" reabilitadas também é "preocupante", sublinhando os interesses imobiliários que podem surgir no caso concreto da Escola Secundária de Gil Vicente, em pleno bairro da Graça.
"Esta escola tem uma belíssima vista para o rio Tejo e esta é uma zona relativamente envelhecida, nós queremos perceber se no caso de haver menos alunos nesta escola eventualmente a Parque Escolar entenderá que, para fazer algum dinheiro em caixa, ela pode vir a ser transformada num condomínio privado", referiu.
"Não aceitamos que a propriedade das nossas escolas não faça parte da alçada do Estado e portanto queremos transparência nos concursos e queremos que a propriedade se mantenha no Estado", frisou Ana Drago.
Francisco Louçã falou sobre decisão do Ministério Público de requerer a anulação do contrato de prolongamento da concessão do terminal de contentores à Liscont, considerando que "em todas as questões de orçamentos e dinheiros públicos tem de haver controlo e não compadrio, não facilidade, tem de haver rigor e esse rigor é o que falta e é disso que o investimento precisa e é aí que o Governo tem falhado".
O coordenador da comissão política do Bloco de Esquerda salientou que é necessária "boa gestão dos dinheiros públicos", sublinhando que "talvez por isso é tão importante a decisão do Ministério Público de contestar em tribunal a concessão sem concurso à Mota Engil do Terminal de Contentores de Alcântara por mais 27 anos, porque demonstra precisamente que o Bloco de Esquerda tinha razão".
Louçã disse ainda que também na renovação do parque escolar "não pode haver grandes projectos de investimento sem qualquer controlo".