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O “banco do amor” foi vandalizado, o Bloco voltou a pintar

O grupo LGBTI+ do Bloco está a promover a pintura de bancos de jardim pelo país com as cores do arco-íris. Em Guimarães, o banco pintado foi vandalizado mas o partido voltou a pintá-lo.
Banco do Amor em Coimbra.
Banco do Amor em Coimbra.

O Grupo Coordenador do Bloco de Esquerda para a promoção e defesa dos direitos das pessoas LGBTI+ está a dinamizar uma iniciativa denominada #bancodoamor que consiste na pintura de um banco de jardim com as cores da bandeira LGBTI+. Tal já sucedeu em Braga, Guimarães, Coimbra, Santarém e Faro, mas o grupo pretende que se continue a realizar “por todo o país”.

Menos de 24 horas depois desta ação acontecer em Guimarães, o banco que aí tinha sido pintado foi vandalizado. Em Lisboa, a iniciativa foi impedida. Razões que, de acordo com os promotores da iniciativa demonstram ainda mais “a necessidade desta e de outras iniciativas neste âmbito”. O banco vandalizado foi assim pintado de novo.

Em comunicado, a estrutura partidária explica que o “banco do amor” “pretende ir para além do ato simbólico em si e fomentar o sentimento de pertença das pessoas LGBTI+ à vida em sociedade”. Acredita-se que o espaço público deve ser “um espaço de igualdade, de inclusão e de respeito que dignifica todas as pessoas” mas que “demasiadas são as situações de bullying homofóbico e transfóbico que ainda acontecem no espaço público, nas escolas, no trabalho, no acesso a habitação e à saúde”.

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