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Médicos preocupados com falta de meios do SNS para responder à pandemia

A Federação Nacional dos Médicos confirma que “desde o início da pandemia, há menos médicos do SNS”. E lamentou que não se tenha "aproveitado o conhecimento de quem está no terreno" para preparar melhor a resposta à segunda vaga e aos doentes não-covid.
Covid-19 e hospital. Foto da CGTP.
Covid-19 e hospital. Foto da CGTP.

Em declarações à Agência Lusa no domingo, à saída de uma audiência com o presidente da República, o presidente da Federação Nacional dos Médicos, Noel Carrilho, revelou a “preocupação” da estrutura sindical por considerar que o SNS não “consegue responder ao maior desafio que já viveu” e que tem “falta de meios”.

Segundo o dirigente sindical, "desde o início da pandemia, há menos médicos do SNS em Portugal". E foi “esta realidade” e aquele sentimento que transmitiram a Marcelo Rebelo de Sousa.

A FNAM lamenta não se ter feito "uma preparação adequada" na altura em que a intensidade da pandemia abrandou e, ainda, não se ter "aproveitado o conhecimento de quem está no terreno".

As preocupações dos médicos estendem-se a doentes Covid-19 e não Covid-19, destacando que não houve “uma preparação adequada”. Por isso, “vemo-nos agora confrontados com uma situação muito difícil para os profissionais de saúde e, principalmente, para os doentes”.

Noel Carrilho disse mesmo que "há portugueses que vão morrer por esta falta de preparação e nós estamos, acima de tudo, preocupados com isso".

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