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Cinemateca apresenta ciclo dedicado a José Mário Branco

Intitulado "José Mário Branco - A morte nunca existiu", este ciclo, a decorrer em abril na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa, conta com mais de dez filmes nos quais José Mário Branco participou como ator, compositor ou narrador.
Ciclo dedicado a José Mário Branco na Cinemateca. Fotografia: Wiki Commons/Rita Carmo

No documento de apresentação do ciclo “José Mário Branco - A morte nunca existiu”, a Cinemateca considera “especialmente importante e interessante” a relação de José Mário Branco com o cinema, recordando que “as suas canções foram usadas por vários filmes, mas houve também realizadores que o chamaram a compor expressamente para cinema”.

Este ciclo inicia-se no dia 12 de abril com a projeção do documentário “Mudar de Vida” (2018), rodado por Pedro Fidalgo e Nelson Guerreiro, com José Mário Branco, ao longo de sete anos, entre Portugal e França, com imagens de arquivo e registo de ensaios, gravações de discos, conversas e concertos

Serão também projetados filmes com música escrita por José Mário Branco, tais como “O movimento das coisas” (1985) de Manuela Serra, “A raiz do coração” (2000) de Paulo Rocha e “A portuguesa” (2018) de Rita Azevedo Gomes.

Enquanto ator, José Mário Branco participou em filmes como “Aqui d'el rei!” (1991), de António-Pedro Vasconcelos ou “A espada e a rosa” (2010) de João Nicolau, também em exibição neste ciclo. 

Vai ser também projetada a curta-metragem “Cravos de abril” (1976) de Ricardo Costa, que apresenta “imagens raras do dia 25 [de abril de 1974], no Terreiro do Paço e no Largo do Carmo, da libertação dos presos políticos no dia 26 e da manifestação do 1º de Maio”, de acordo com o documento da Cinemateca. 

Em maio, serão exibidos quatro filmes em que José Mário Branco colaborou com o recentemente falecido Jorge Silva Melo

José Mário Branco, um dos mais importantes cantautores portugueses, faleceu em novembro de 2019, com 77 anos. 

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