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Bloco recusa politização do processo de vacinação

Numa nota do Grupo Parlamentar acerca da vacinação dos mais altos titulares de cargos públicos, o Bloco defende que ela se deve limitar “a quem tem responsabilidade direta na gestão da pandemia".
Bloco não quer politização do processo de vacinação
Foto de André Gomes de Melo | Flickr

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, numa nota de imprensa, sublinha que “defendeu desde a primeira hora que a vacinação fosse prioritária para os profissionais de saúde ou grupos de risco”.

Para os bloquistas, “o regular funcionamento dos órgãos de soberania, assim como das restantes funções essenciais no combate à pandemia, deve ser assegurado”. Por isso, "a vacinação dos mais altos titulares de cargos públicos deve circunscrever-se a quem tem responsabilidade direta na gestão da pandemia, devendo os critérios de prioridade ser definidos pelas autoridades de saúde e pelos órgãos de soberania”, alerta o partido.

“Esta lista deve incluir o Presidente da República, Presidente da Assembleia da República, Primeiro-Ministro e restantes membros do Governo, bem como os presidentes dos tribunais superiores e do Tribunal Constitucional”, lê-se na nota do Grupo Parlamentar. "Os restantes titulares de cargos públicos devem ser vacinados em função dos critérios demográficos e de saúde que forem estabelecidos para a população", acrescenta.

"O Bloco de Esquerda não politizará o processo de vacinação, desejando que corra com toda a normalidade e a maior celeridade possível, pelo que seguiremos qualquer decisão que seja tomada pelas autoridades de saúde”, conclui a nota.

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