Em fevereiro do ano passado, o regulador estipulou que o Facebook somente poderia reunir dados dos utilizadores com o seu consentimento. No entanto, a empresa liderada por Mark Zuckerberg recorreu num tribunal em Dusseldorf, que, em julho de 2019 suspendeu a deliberação do regulador.
De acordo com o Negócios, o tribunal federal veio agora inverter a decisão judicial dando razão ao regulador da concorrência, que repudiou a forma como a rede social reúne dados a partir de outras aplicações, entre as quais o Instagram e Whatsapp, e como rastreia o percurso online dos utilizadores segundo os "gostos" e "partilhas".
O Facebook avança, contudo, que não vai alterar "imediatamente" os respetivos produtos e serviços e que continuará a defender a sua posição “de que não existe abuso concorrencial".