Em declarações à TSF, Diogo Leite Campos defendia a necessidade da criação deste tipo de mecanismo para pagamento dos apoios sociais. Segundo o dirigente social-democrata, os beneficiários seriam obrigados a gastar a verba em bens ou serviços previamente definidos pelo Estado, permitindo assim “ter a certeza que [o dinheiro] é bem empregue e não vai para o bolso de aldrabões”.
Contribuições máximas para a Segurança Social
Também na TSF, Pedro Passos Coelho defendeu tectos máximos de contribuições para a Segurança Social, justificando com a necessidade de impor plafonds na atribuição dos apoios sociais.
A medida agora defendida pelo líder social-democrata representa, na prática, que os contribuintes com salários mais elevados deixariam a partir de determinado valor de contribuir para o sistema público de Segurança Social.
A introdução desta medida que já fez, inclusivamente, parte do programa eleitoral de Manuela Ferreira Leite, abre a porta à privatização da Segurança Social, existindo assim dois tipos diferentes de contribuições.