A petição (que pode ser subscrita aqui) solicita à Assembleia da República, “que desencadeie e incremente as ações tendentes a cessar a política de austeridade imposta sobre os rendimentos do trabalho e as prestações sociais”.
As pessoas que subscrevem esta petição manifestam-se contra “a equidade da violência”, recusando que o Acórdão do Tribunal Constitucional, que considerou inconstitucional o corte dos subsídios a funcionários e pensionistas, seja alargado ao setor privado.
A petição recusa “o confisco dos salários e das prestações sociais” e solicita à Assembleia da República que legisle no sentido de “- criar um imposto sobre o património de luxo, a partir de um milhão de euros; - criar um imposto de 0,1% sobre as transações na bolsa de valores mobiliários; - renegociar as parcerias público-privadas (PPP), sujeitando o interesse privado à situação de emergência social e política atual”.