Num jantar com apoiantes no Porto, Catarina Martins agradeceu a todas as pessoas que participaram na sua campanha eleitoral e também ao Bloco de Esquerda por ter dado o apoio à sua candidatura, mas sobretudo porque “saber apoiar uma campanha e ao mesmo tempo abrir espaço para toda a gente, não é qualquer partido que o faz”.
Presidenciais
“O país precisa de uma Presidente exigente e que defende quem trabalha”
Na intervenção final antes das eleições de domingo, Catarina fez um apelo “aos homens e às mulheres desse país que querem uma Presidente da República que defende quem trabalha: que vão votar e votem em mim”.
“O voto útil nesta primeira volta é o voto da convicção, daquilo em que acreditamos”, defendeu a candidata, concluindo que “essa força expressa na primeira volta dará muito mais força às exigências da segunda volta e de todas as decisões deste país”.
“Se quiserem um voto a quem estende uma passadeira vermelha a Luís Montenegro, já sabem que têm muitos candidatos”, prosseguiu Catarina. “Mas se quiserem uma Presidente da República que estará cá todos os dias para lutar por salários e pensões dignas, para dizer que o hospital tem de estar aberto, que a escola tem de ter professores, uma Presidente que não deixe de lutar por um futuro para o nosso país em que todas as gerações queiram viver, que não é o de baixos salários e do turismo como se fôssemos papel de cenário, mas um futuro de uma economia qualificada que traz esperança e salário e de um Estado que não falha mas que apoia em todas as fases da nossa vida, eu serei essa presidente”, prometeu Catarina.