Partindo de um diagnóstico de que nunca existiu uma abertura de ano letivo tão “caótica”, um grupo de cidadãos está a apelar que na próxima quinta-feira, 16 de outubro, entre as 19h30 e as 20h30, pais, professores, funcionários e alunos se reúnam “em frente ao portão de cada escola onde o ano letivo ainda não decorre normalmente”, a fim de enviar “uma forte mensagem ao ministro, através da comunicação social e das redes sociais”.
Os convocantes acusam o ministro Nuno Crato de “recusar a única solução rápida para a falta de professores: o preenchimento imediato das vagas em aberto segundo a ordenação nacional de professores”.
Demandam ainda que “todos os professores já colocados devem manter-se ao serviço” e que “todos os que, erradamente, não foram colocados devem reforçar as escolas”.
É também consensual entre os proponentes desta concentração, onde se encontram nomes como Santana Castilho, Paulo Guinote, César Israel Paulo e Henrique Borges, que dado o “desaire total deste ano, não pode ficar nas mãos de Nuno Crato a preparação do próximo ano letivo”, entendendo por isso que “o ministro deve ser demitido e substituído”.
Proponentes
Arlindo Ferreira (blogue de Ar Lindo)
Belandina Vaz, professora
César Israel Paulo, presidente da Associação Nacional de Professores Contratados (ANVPC)
Henrique Borges, dirigente sindical (SPN)
Manuel Grilo, dirigente sindical (SPGL/FENPROF)
Paulo Guinote (blogue A Educação do Meu Umbigo)
Rui Martins, presidente da FRAPViseu e membro do conselho consultivo da Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE)
Santana Castilho, professor
Federação das Associações de Pais do Concelho de Sintra (FAP-Sintra)
Federação Regional das Associações de Pais de Viseu (FRAPViseu)
Associação de Combate à Precariedade - Precários Inflexíveis