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Multinacionais têxteis recorrem ao trabalho escravo de crianças sírias

Investigações da BBC e Reuters revelam que há crianças sírias refugiadas a trabalhar para marcas como Marks & Spencer, Zara, Mango ou ASOS.
Trabalhadora da indústria têxtil com máquina de costura.
Trabalhadora da indústria têxtil. Foto de ILO in Asia and the Pacific/Flickr.

Uma investigação da BBC Panorama revela que grandes multinacionais da indútria têxtil recorrem a trabalho infantil, o que confirma uma investigação recente da agência Reuters. Segundo estes dois trabalhos jornalísticos na Turquia, crianças e adolescentes sírias refugiadas trabalham em fábricas em turnos de 12 horas, com salários de miséria.

Os refugiados fazem a roupa e engomam-na antes de ser enviada para a Europa ocidental. Os jornalistas da BBC fotografaram as etiquetas das roupas e idenficaram marcas como o Marks & Spencer, a Zara, a Mango ou a ASOS. Os responsáveis das marcas confrontados pelas evidências afirmam que desconheciam a situação.

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