"Para mim é inseparável. Eu só irei considerar um programa de ajuda adicional à Grécia se o sector privado tiver uma contribuição substancial". A afirmação é de Jan Kees De Jager, ministro das Finanças holandês numa carta dirigida ao Parlamento e que foi citada pela Reuters.
O responsável holandês defende, nomeadamente, que deve existir uma renegociação dos prazos de pagamento da dívida.
Esta posição vem somar-se à já assumida pela Alemanha e vem dificultar as negociações entre os governos europeus e o Banco Central Europeu (BCE) no que respeita a um novo resgate à Grécia.
Jean-Claude Trichet, continua a afirmar que o BCE é contra qualquer reestruturação da dívida da Grécia que não seja "puramente voluntária e isenta de qualquer elemento de imposição".