Aproximadamente 300 pessoas percorreram as ruas do centro de Compostela até à Praça do Obradoiro, sede da presidência do governo Galego.
Empunhando dezenas de bandeiras e cruzes e gritando palavras de ordem como “Não à Alta Tensão” e “Queremos viver na nossa terra”, os manifestantes exigiram a redefinição do traçado da linha de muito alta tensão em Portugal e na Galiza, e mesmo que parte deste seja enterrado.
A porta-voz da Associação de Afetados denunciou que o atual traçado passa por cima de dezenas de casas de diversas localidades da Galiza e Norte de Portugal. “Ninguém quer que um cabo de 4000 KW passe por cima de ninguém. É como ter um micro-ondas sempre ligado por cima das nossas casas”, avançou.
A manifestação contou com o apoio de deputados e dirigentes do Bloque Nacionalista Galego (BNG) e do Bloco de Esquerda.
A linha de muito alta tensão passará por 121 freguesias do Norte de Portugal.


