A Tribuna Expresso avança que as buscas e detenções resultam de suspeitas de crimes de burla qualificada, fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais.
O processo é coordenado pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), órgão do Ministério Público ao qual incumbe a coordenação e direção da investigação e prevenção da criminalidade violenta, altamente organizada ou de especial complexidade, sendo coadjuvado pela Autoridade Tributária e PSP.
A notícia foi avançada em primeira mão pelo Sol. Fonte do Benfica e a PSP confirmaram à Tribuna Expresso a realização de buscas nas instalações da SAD do clube. A casa do presidente do Benfica, em Algés, e o Novo Banco também foram visados. Bem como o escritório da C2 Capital Partners, empresa liderada por Nuno Gaioso Ribeiro, antigo vice-presidente do Benfica, que ajudou Luís Filipe Vieira na reestruturação da dívida da Promovalor.
A operação está a ser conduzida pelo procurador Rosário Teixeira, do DCIAP e pelo juiz de instrução Carlos Alexandre, que deverá proceder aos interrogatórios no espaço de 48 horas.