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Mark Stephens, advogado de Julian Assange, considera o pedido de dados à rede social uma forma de assédio e reitera que ele se estende a todos os mais de 600 mil seguidores da WikiLeaks no Twitter.
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Mark Stephens, advogado de Julian Assange, considera o pedido de dados à rede social uma forma de assédio e reitera que ele se estende a todos os mais de 600 mil seguidores da WikiLeaks no Twitter.