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IndieLisboa: “A Febre” e “O Fim do Mundo” vencem competição

O Festival Internacional de Cinema Independente termina esta semana a sua 17ª edição. O principal prémio internacional foi atribuído ao filme brasileiro “A Febre”, de Maya Da-Rin, e o da competição nacional foi vencido por “O Fim do Mundo”, de Basil da Cunha.
IndieLisboa: “A Febre” e “O Fim do Mundo” vencem competição
Imagem do filme "A Febre", de Maya Da-Rin, vencedor do Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa.

Os grandes vencedores da 17ª edição do Festival Internacional de Cinema IndieLisboa foram anunciados este sábado. A realizadora Maya Da-Rin venceu o Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa com o filme “A Febre”, um filme sensível que conta a história de uma família em Manaus, no Brasil. “Victoria”, uma produção belga, de Isabelle Tollenaere, Liesbeth De Ceulaer e Sofie Benoot, venceu o Prémio Especial do Júri Canais TVCine, atribuído pelo júri da Competição Internacional, que este ano foi constituído por Caroline Maleville, Cristina Nord e Mamadou Ba.

Na competição nacional, cujo júri era composto por Louise Rinaldi, Michael Wahrmann e Núria Cubas, Basil da Cunha venceu com o seu “O Fim do Mundo”, um belo filme construído com a comunidade da Reboleira, na Amadora, o Prémio Allianz para Melhor Longa Metragem Portuguesa e ainda o prémio Árvore da Vida. “A Metamorfose dos Pássaros”, de Catarina Vasconcelos, ganhou o Prémio de Melhor Realização para uma Longa Metragem Portuguesa.

O Prémio Dolce Gusto para Melhor Curta Metragem Portuguesa revelou “Meine Leibe”, de Clara Jost. O Prémio Novo Talento FCSH/NOVA foi atribuído a Bernardo e Afonso Rapazote por “Corte” e o Grande Prémio de Curta Metragem (cujo júri era composto por Joana Pimenta, Jorge Jácome e Nuno Rodrigues) foi entregue a “Tendre”, de Isabel Pagliai.

Na secção Silvestre, que avalia obras que “rejeitem fórmulas consagradas, que despertem novas linguagens” venceram, ex-aequo, “Breve Miragem de Sol” e “Todos os Mortos”, uma comovente produção franco-brasileira que conta com Leonor Silveira num dos papéis secundários.

Houve outra atribuição de prémios em ex-aequo na secção IndieMucic, a “White Riot” e “Keyboard Fantasies: The Beverly Glenn-Copeland Story”. Os prémios do público e os prémios do Indie Júnior (a secção do festival para crianças) só serão revelados no final do festival.

O Indie Lisboa continua até dia 11 de setembro com sessões dos filmes premiados no Cinema Ideal, em Lisboa. Na Cinemateca Portuguesa prosseguem as projeções dos filmes das retrospectivas de Ousmane Sembène e 50 Anos do Forum Berlinale. A programação pode ser consultada no site do IndieLisboa.

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