Greve parcial da Metro Sul do Tejo com adesão de 30%

04 de fevereiro 2013 - 11:33

Maquinistas da Metro Sul do Tejo iniciaram a sua greve parcial, que dura até sexta-feira. A greve ao trabalho extraordinário prolonga-se até dia 15 de Março. Entre 9 e 15 de fevereiro, os maquinistas páram nas últimas três horas do serviço normal.

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Os maquinistas da empresa defendem a negociação do acordo de empresa, e reclamam ainda alterações nas escalas de serviço e melhores condições de segurança.

Cerca de 30% das composições do Metro Sul do Tejo estão paradas devido à greve parcial dos maquinistas, que se iniciou segunda-feira e dura até sexta-feira, disse à agência Lusa um delegado sindical da empresa.

De acordo com Cláudio Silva, do Sindicato dos Maquinistas, “cerca de 30% dos veículos não estão a andar”.

A greve parcial ocorre entre as 07:00 e as 09:00, entre as 12:00 e as 14:00 e entre as 17:00 e as 20:00, entre segunda e sexta-feira.

Cláudio Silva explica os 30% de adesão com o facto de a empresa ter contratado 14 novos trabalhadores no início do ano e de ter chamado para trabalhar hoje funcionários que estariam de folga.

O delegado sindical lembrou ainda que apenas 60% dos maquinistas da Metro Transportes do Sul são sindicalizados.

Os maquinistas vão também fazer greve às três últimas horas do serviço normal de cada trabalhador, entre o dia 09 e o dia 15 de fevereiro, para além de prolongarem a greve ao trabalho extra até ao dia 15 de março.

Os maquinistas da empresa, que opera um metro de superfície nos concelhos de Almada e Seixal, defendem a negociação do acordo de empresa, de modo a terem o pagamento de subsídios de transporte e de refeição, e reclamam ainda alterações nas escalas de serviço e melhores condições de segurança.