O activista Mark Francisco, um professor de 27 anos da escola primária de San Isidro, em Palanas, Masbate, na região de Bicol, foi assassinado quando voltava para casa junto com outros companheiros nas suas motocicletas. Eles foram abordados por dois pistoleiros que usavam máscaras e uniforme de camuflagem.
Foi o terceiro “assassinato extra-judicial” no governo de Aquino, que ainda não completou duas semanas desde que tomou posse. Francisco, que era membro de uma associação de professores locais, teve morte instantânea.
No dia 5 de Julho, um militante da organização política Bayan Muna foi assassinado na província de Aklan. Quatro dias depois, Pascual Guevara, líder da Associação de Beneficiários da Reforma Agrária, foi assassinado por um pistoleiro na província de Nueva Ecija.
O presidente Filipino, Benigno Aquino III, está a ser testado logo nos seus primeiros dias de administração. Apesar de se pronunciar contrário a tais execuções, o novo presidente encontra-se impotente e ordenou ao director geral da polícia filipina que resolva esses casos.
Também um repórter da dwEb FM, em Nabua, Camarines Sur, foi alvejado por um pistoleiro montado numa motocicleta.
A violência política e a impunidade é uma herança que vem da ditadura Marcos e prosseguiu durante o governo de Glória Macapagal-Arroyo. Os grupos de direitos civis e parlamentares ligados ao movimento de direitos humanos filipinos exigem que o governo tome providências imediatas para acabar com essa situação.