Documentário “Alentejo, Alentejo” de Sérgio Tréfaut vence galardão no IndieLisboa

04 de maio 2014 - 15:50

O documentário de Tréfaut sobre o cante alentejano venceu o prémio Prémio Allianz - Digimaster para Melhor Longa-Metragem Portuguesa, do Festival IndieLisboa.

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O filme de Sérgio Tréfaut ganhou também o Prémio TAP para Documentário de Longa-Metragem Portuguesa, atribuído por Antonieta Pezo. O documentário “Alentejo, Alentejo” é uma viagem pelo Portugal contemporâneo, através do cante alentejano e dos seus intérpretes. O cante alentejano tem candidatura a Património Cultural Imaterial da Humanidade apresentada na Unesco, candidatura que será decidida em dezembro deste ano.

No festival IndieLisboa o filme “Matar a un hombre”, de Alejandro Fernández Almendras, uma coprodução franco-chilena, venceu o Grande Prémio de Longa-Metragem Cidade de Lisboa.

O Prémio TAP para Longa-Metragem Portuguesa de Ficção foi atribuído a “O Primeiro Verão”, de Adriano Mendes, de Portugal.

Segundo a agência Lusa, “Mille soleils”, de Mati Diop (França/Senegal) venceu o Grande Prémio de Curta-Metragem, ao qual concorreram 17 filmes, entre os quais dois já selecionados para Cannes: "A caça-revoluções", de Margarida Rêgo (Portugal/Reino Unido), e "Boa noite Cinderela", de Carlos Conceição.

O júri deste prémio distinguiu ainda com uma Menção Honrosa três curtas: “Symphony n.º 42”, de Réka Bucsi, da Hungria, na área de animação, “Escort”, de Guido Hendrikx, da Holanda, em documentário, e “Pouco Mais De Um Mês”, de André Novais Oliveira, do Brasil, em ficção.

Este júri decidiu ainda o Prémio Pixel Bunker para Melhor Curta-Metragem Portuguesa, atribuído à obra “As figuras gravadas na faca com a seiva das bananeiras”, de Joana Pimenta (Portugal/EUA), o Prémio Novo Talento FNAC, entregue a “Implausible Things”, de Rita Macedo (Alemanha/Portugal), e o Prémio Restart para Melhor Filme da Secção Novíssimos, atribuído a “O Primeiro Verão”, de Adriano Mendes (Portugal).

O júri Pulsar do Mundo atribuiu o Prémio SIC Notícias Pulsar do Mundo a “La marche à suivre”, de Jean-François Caissy, do Canadá, e uma Menção Honrosa a “Deux fois le même fleuve”, de Amir Borenstein e Effi Weiss, da Bélgica.

O Prémio Amnistia Internacional foi para “Death Row II”, de Werner Herzog (Reino Unido/Áustria).

O filme “O Novo Testamento de Jesus Cristo segundo João”, de Joaquim Pinto e Nuno Leonel, de Portugal, venceu o Prémio Árvore da Vida para o Melhor Filme Português.

Artigo alterado no dia 12 de maio de 2014 às 21.30h