“Esta é uma batalha que fazemos e faremos sempre. Na próxima sessão legislativa lá estaremos, mais uma vez”, sublinhou Catarina Martins, em declarações à agência Lusa, lembrando que na atual sessão legislativa “a direita travou” a lei da coadoção, pondo “o preconceito à frente dos direitos das crianças”.
“Portugal é o único país do mundo” em que “o casamento entre pessoas do mesmo sexo é permitido mas nenhum tipo de parentalidade é permitida por pessoas do mesmo sexo ou mulheres solteiras”, afirmou à agência Lusa Paula Antunes, da organização da marcha.
A 9ª Marcha do Orgulho LGBT no Porto voltou a assinalar o aniversário da morte de Gisberta Salce Junior, transexual vítima de um crime de ódio no centro do Porto. Mas o tema em destaque foi a questão da parentalidade e famílias LGBT.
“Portugal é o único país do mundo” em que “o casamento entre pessoas do mesmo sexo é permitido mas nenhum tipo de parentalidade é permitida por pessoas do mesmo sexo ou mulheres solteiras”, afirmou à agência Lusa Paula Antunes, da organização da marcha.
Catarina Martins sublinhou a importância desta Marcha, de que o Bloco de Esquerda foi co-organizador em conjunto com associações LGBT, feministas, culturais e de defesa dos Direitos Humanos. “Momentos como este são momentos em que as pessoas saem à rua para não deixar que os silêncios da discriminação e do preconceito sejam um impedimento aos direitos de todos, ao gozar da liberdade de todos”, afirmou a coordenadora do Bloco.