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Catarina Martins: “faltam 1500 enfermeiros no imediato no SNS”

Em dia de greve dos enfermeiros, Catarina Martins afirmou que “o SNS não funciona sem enfermeiros” e que “este é o momento de o Primeiro Ministro intervir neste problema, porque é um problema político”, dizendo ainda que é necessário que sejam contratados mais 1500 enfermeiros imediatamente.
Na concentração feita em frente ao Hospital São José, Lisboa, na manhã de dia 22, Catarina Martins disse que a “contratação de 1500 enfermeiros é urgente, tem de acontecer” e que “os enfermeiros são essenciais todos os dias e estão a faltar”.
Na concentração feita em frente ao Hospital São José, Lisboa, na manhã de dia 22, Catarina Martins disse que a “contratação de 1500 enfermeiros é urgente, tem de acontecer” e que “os enfermeiros são essenciais todos os dias e estão a faltar”.

Face à não concretização dos compromissos assumidos pelo Ministério da Saúde, o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) marcou uma greve para 22 e 23 de março. Na concentração feita em frente ao Hospital São José, Lisboa, na manhã de dia 22, Catarina Martins disse que a “contratação de 1500 enfermeiros é urgente, tem de acontecer” e que “os enfermeiros são essenciais todos os dias e estão a faltar”. Criticou duramente a situação em que se encontram: “Os enfermeiros andam esgotados porque são poucos para o tanto que têm de fazer. Nesta altura do ano, já fizeram mais horas extraordinárias do que as legais para todo o ano.” Por isso, porque há uma lacuna em termos de pessoal, “a contratação de 1500 enfermeiros tem de acontecer e não pode continuar à espera na gaveta do ministro das Finanças, é preciso contratar já”.

A coordenadora do Bloco de Esquerda mencionou ainda problemas relacionados com as carreiras: “um tem que ver com a diferenciação dos especialistas e o reconhecimento dessa diferenciação, outro com termos enfermeiros com as mesmas responsabilidade e competências, e que estão na mesma equipa, uns com uma carreira, outros com outra”. “Estas”, diz Catarina Martins”, são “situações de enorme injustiça dentro da carreira que têm de ser corrigidas”. É por isso peremptória na sua condenação da forma como o processo tem sido gerido: “Tem faltado ao ministro da Saúde capacidade de dialogar com os profissionais de saúde. O ministro não tem sido capaz de resolver as questões das carreiras e este é o momento de o Primeiro Ministro intervir neste problema, porque há um problema político”. “O SNS não funciona sem profissionais de saúde, não funciona sem enfermeiros e não funciona sem que se resolvam problemas de carreira de elementar justiça”, termina.

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