Questionado sobre qual seria a sua posição sobre uma eventual extinção do 13.º e 14.º mês, o conselheiro de Estado e ex-ministro do Trabalho e da Segurança Social e depois das Finanças, nos Governos PSD/CDS-PP, Bagão Félix, afirmou que estes dois subsídios – de férias e de Natal – deveriam ser repartidos pelos doze meses de trabalho.
Para Bagão Félix, esta medida teria vários benefícios. A entidade empregadora poderia melhorar a gestão da sua tesouraria e permitiria “um planeamento e uma atitude mais racionais dos consumos e poupanças das famílias”. No que respeita à gestão orçamental pública, Bagão Félix considera que o Estado teria vantagem em deixar de ter picos de necessidade de tesouraria com os seus funcionários e pensionistas.