Flotilha humanitária

Ativistas da flotilha estão a ser repatriados

21 de maio 2026 - 12:11

Cerca de 430 ativistas sequestrados em águas internacionais por militares israelitas começam a deixar Israel. Portugueses devem chegar na sexta-feira ao Porto.

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barcos de papel formam bandeira da Palestina
Foto de Andoni Pititako/Flickr

Os dois médicos e ativistas portugueses a bordo da global Sumud Flotilla devem deixar Israel ao princípio da tarde num voo com destino à Turquia. A chegada a Portugal está prevista para esta sexta-feira.

Tal como as mais de quatro centenas de pessoas sequestradas e levadas para o porto israelita de Ashdod, onde ficaram detidos, serão agora repatriados depois de o ministro da Segurança Ben-Gvir ter chocado o mundo ao mostrar alguns maus-tratos a que foram sujeitos.

Na quarta-feira, um grupo de 37 eurodeputados, incluindo Catarina Martins, voltou a exigir a suspensão imediata do Acordo de Associação UE/Israel e a abertura de um inquérito à cumplicidade dos estados-membros da UE com a operações de sequestro e detenção de ativistas da flotilha humanitária nas últimas semanas.

“A Europa não pode continuar a fazer vista grossa. Cada vez que não se age, isso é um sinal para Israel de que a ilegalidade não tem consequências. Esse sinal tem de acabar agora.”, afirmam.