Os dois médicos e ativistas portugueses a bordo da global Sumud Flotilla devem deixar Israel ao princípio da tarde num voo com destino à Turquia. A chegada a Portugal está prevista para esta sexta-feira.
Tal como as mais de quatro centenas de pessoas sequestradas e levadas para o porto israelita de Ashdod, onde ficaram detidos, serão agora repatriados depois de o ministro da Segurança Ben-Gvir ter chocado o mundo ao mostrar alguns maus-tratos a que foram sujeitos.
Na quarta-feira, um grupo de 37 eurodeputados, incluindo Catarina Martins, voltou a exigir a suspensão imediata do Acordo de Associação UE/Israel e a abertura de um inquérito à cumplicidade dos estados-membros da UE com a operações de sequestro e detenção de ativistas da flotilha humanitária nas últimas semanas.
“A Europa não pode continuar a fazer vista grossa. Cada vez que não se age, isso é um sinal para Israel de que a ilegalidade não tem consequências. Esse sinal tem de acabar agora.”, afirmam.