Arranca segunda-feira uma campanha de descontos em museus e monumentos nacionais

25 de julho 2020 - 14:33

Campanha abrange mais de 60 equipamentos culturais em todo o país com descontos entre 25 a 45% sobre o preço do bilhete. Objetivo é promover a participação e acessibilidade à cultura num ano em que mais pessoas passam por dificuldades económicas.

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Capela do Palácio Nacional de Mafra.
Capela do Palácio Nacional de Mafra. Fotografia de Kotomi_/Flickr.

Arranca a 27 de julho uma campanha de descontos no acesso a museus, palácios e monumentos nacionais, incluindo sítios arqueológicos. A campanha, organizada pelo Ministério da Cultura, inclui mais de 60 equipamentos culturais em todo o território nacional. A campanha estará em vigor até 30 de setembro. 

Os bilhetes individuais terão um desconto de 25% sobre o valor normal do pacote. Já nos bilhetes de família o desconto será de 45% e nesse conceito incluem-se os ascendestes ou descendentes, num máximo de 10 pessoas.

“Construímos 17 itinerários, agrupados por diferentes temas ou por regiões e que incluem mais de 60 equipamentos culturais espalhados por todo o país, e os descontos consubstanciam-se na compra de um bilhete para estes itinerários, que tem a duração de sete dias. Ou seja, cada um dos visitantes tem sete dias para usufruir dos equipamentos que fazem parte desse itinerário”, explicou à agência Lusa Ângela Ferreira, secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural. 

O objetivo é promover a participação cultural, num ano excecional em que muitas pessoas estão a passar dificuldades a nível económico. E, ao mesmo tempo que se recomenda que quem puder fazer férias as faça no território nacional, o objetivo é também garantir que todos os locais têm uma oferta cultural a preço reduzido. 

Entre os 17 itinerários criados estão o da Arqueologia, que inclui, entre outros, o Museu Nacional de Arqueologia (em Lisboa), o Museu Monográfico de Conímbriga (Condeixa, Coimbra), a Estação Arqueológica de Miróbriga (Santiago do Cacém), a vila romana de Estói (Faro) ou o Santuário de Panóias (Vila Real).

Já o itinerários dos Conventos e Mosteiros, “com mais de dez equipamentos”, inclui os mosteiros do Jerónimos (Lisboa), de Santa Maria de Salzedas (Tarouca) e de São Martinho de Tibães (Braga), e o do Património da UNESCO, do qual fazem parte o Mosteiro da Batalha, o Convento de Cristo (Tomar), o Mosteiro de Alcobaça, o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém (Lisboa), o Palácio Nacional de Mafra e o Museu Nacional Machado de Castro (Coimbra).

Os museus, palácios e monumentos nacionais encerraram em 14 de março, no âmbito das medidas de contenção de propagação da pandemia da covid-19, mas reabriram a 18 de maio com a obrigatoriedade de utilização de máscara e distanciamento social.

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