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Apresentação pública da conferência “Vencer a crise com o Estado Social e com a Democracia”

No próximo dia 6 de fevereiro, o Congresso Democrático das Alternativas promove uma sessão pública para apresentar a conferência “Vencer a crise com o estado social e com a democracia”, a realizar-se em finais de abril, inícios de maio.

Esta sessão pública, que terá lugar pelas 18 horas, no auditório do Liceu Camões, na Rua Almirante Barroso, em Lisboa, conta com as intervenções Boaventura Sousa Santos, João Galamba, Jorge Leite, Maria Eduarda Gonçalves e Tiago Gillot, e com a moderação de Manuela Silva.

Ao organizar a conferência “Vencer a crise com o Estado Social e com a Democracia”, o Congresso Democrático das Alternativas propõe-se a “contribuir para uma reflexão alargada, participada e plural sobre o Estado Social, assumindo a sua centralidade para a democracia portuguesa, para o nosso futuro colectivo e para as alternativas capazes de superar a crise e de assegurar o desenvolvimento do País”.

A iniciativa “terá um carácter de defesa do Estado Social face ao empobrecimento dos portugueses à força de decretos de austeridade que estão a destruir a capacidade do país de produzir riqueza e bem-estar social”.

“Cortar o ciclo vicioso da austeridade que pede sempre mais austeridade, e evitar o colapso económico e social do país, é um dos principais objectivos desta conferência, que trará à luz a importância do Serviço Nacional de Saúde, do Ensino Público e do regime de Segurança Social construídos em democracia para garantir o bem-estar e o crescimento económico do país”, lê-se na página do Congresso Democrático das Alternativas (CDA).

O CDA, propondo-se a “dinamizar um debate plural na sociedade portuguesa, mobilizador de todos os cidadãos interessados, de investigadores, de especialistas e de activistas sociais e políticos, pretende contribuir para a identificação das “políticas que contribuirão para a superação da crise e que serão elementos distintivos de uma alternativa política de governação, orientada para o bem-estar das pessoas e para o desenvolvimento do país, e não para a sua submissão aos mercados financeiros e para o agravamento da pobreza e da desigualdade social”.

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