Os eurodeputados pertencem a cinco grupos políticos diferentes (GUE/NGL - Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia / Esquerda Nórdica Verde, ALDE - Aliança dos Liberais e Democratas, S&D - Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas, ECR – Conservadores e Reformistas Europeus, Verdes/Aliança Livre Europeia) e de dezasseis países: Eslovénia, Itália, França, Alemanha, Portugal, Espanha, Irlanda, Bélgica, Reino Unido, Roménia, Suécia, República Checa, Croácia, Estónia, Finlândia, Letónia.
Os eurodeputados apelam a três questões:
- Libertação dos presos políticos catalães;
- Puigdemont não seja extraditado pela Alemanha e que Bélgica, Reino Unido e Suíça não extraditem outros políticos catalães (Ponsatí, Comin, Puig, Serreti, Rovira e Gabriel).
- As instituições europeias procurem mediar o conflito entre a Catalunha e Espanha de forma a encontrar uma solução política, num quadro de “diálogo sem precondições”.
No documento, os subscritores defendem que a convocação das manifestações na Catalunha não são um “crime de rebelião” e que o governo de Espanha confirmou que não destinou fundos à organização do referendo do passado 1 de outubro.
Entre os eurodeputados e eurodeputadas que subscrevem o manifesto estão Marisa Matias e Ana Gomes. Está prevista uma apresentação oficial do documento a 20 de abril em Barcelona.
44 MEPs from 5 different political groups and 16 nationalities call for:
1.the release of Catalan political prisoners,
2. Puigdemont and Catalan politicians in Germany, Scotland, Belgium and Switzerland not to be extradited
3. Madrid and BCN to negotiate a political solution. pic.twitter.com/pg7jq8Slsh
— Aleix Sarri Camargo (@aleixsarri) April 12, 2018