Política

Durante uma ação de campanha em Benfica, João Semedo, candidato à Câmara Municipal de Lisboa, afirmou que, quando o Bloco apresentou a sua candidatura a esta autarquia há três meses, a eleição de um vereador “era um objetivo difícil, mas agora está ao alcance das nossas mãos”. A nível nacional, “a direita sabe que está em risco de perder” as eleições autárquicas, o que “pode levar à demissão do Governo”, adiantou o coordenador nacional do Bloco.

A Direção-Geral dos Arquivos adiantou que não foi notificada da eliminação dos relatórios sobre os swap, ainda que esse seja um procedimento obrigatório, e esclareceu que, segundo a atual legislação, esses documentos não podiam ser destruídos. A deputada do Bloco Mariana Mortágua acusou o Governo de tentar “criar uma nebulosa e uma opacidade que dificulta o esclarecimento sobre esta matéria

De um conjunto de reuniões com empresários de São Pedro do Sul, resultou a convicção que este município tem uma tradição de total alheamento relativamente ao desenvolvimento económico e à criação de riqueza e de emprego no concelho.

O dirigente bloquista adiantou que a abstenção apenas reforça o poder instalado sendo um voto a menos numa alternativa. O candidato à Câmara das Caldas da Rainha, Carlos Carujo, sublinhou que “contra a criatividade destruidora da austeridade e do capitalismo selvagem” é necessária “a criatividade da solidariedade e da justiça social”.

João Semedo, candidato à Câmara Municipal de Lisboa, acusou o Governo PSD/CDS-PP de prometer “com uma mão e tirar com a outra” e, sobretudo, de “enganar com as duas mãos”, e o PS e António José Seguro de se deixarem “contagiar por este vírus de dissimulação”. Segundo o coordenador nacional do Bloco, o país precisa “de um consenso de esquerda, um consenso para um governo que retire o país da crise e acabe com a política de austeridade”.

O Bloco de Esquerda apresenta-se às próximas eleições em Almada para continuar a ser a voz dos cidadãos nos órgãos autárquicos. É tempo de defender as pessoas, de pensar na coesão territorial e na resposta à crise.

Segundo notícias divulgadas pela comunicação social, a empresa “China Three Gorges” não está a cumprir as contrapartidas que terá assumido na privatização da EDP. O Bloco questiona o governo sobre os compromissos com que a empresa chinesa se comprometeu e que medidas o governo tenciona “tomar para os fazer cumprir”.

Eduardo Pereira, candidato do Bloco de Esquerda à Câmara de Gaia defende a implementação de uma carta municipal da qualidade dos transportes públicos, apresentando algumas das propostas do Bloco nesta área.

Durante a apresentação do programa eleitoral da candidatura do Bloco a Sintra, Luís Fazenda frisou que é necessário criar “um serviço de emergência social que possa articular as várias respostas do município nessa área”.

O candidato do Bloco de Esquerda à presidência da Câmara de Lisboa, João Semedo, defende que é preciso que a noite no Bairro Alto “comece mais cedo e acabe mais cedo” para permitir "tranquilidade aos moradores".

O coordenador do Bloco de Esquerda acusou o governo de ser implacável com trabalhadores, reformados e pensionistas e de ter “facilidades” para a banca e credores. Semedo considera que a decisão do governo, de reduzir 60% nos salários dos funcionários públicos expulsos para a mobilidade, viola o “princípio da confiança”.

O líder parlamentar do Bloco apresentou um projeto com medidas de reforço do apoio social a desempregados, prevendo que o desemprego aumente devido ao fim do trabalho sazonal do verão. Pedro Filipe Soares acusa o governo de penalizar duplamente as vítimas do desemprego e frisa: “No momento de maior dificuldade deve haver maior solidariedade.”

Conselheiros jurídicos acionados pelo Conselho Europeu declararam “ilegal” a taxa sobre transações financeiras, ou “Taxa Tobin” e uma das razões invocadas é a de “não haver ligação” entre a crise e o comportamento dos mercados financeiros. Marisa Matias acusa: “Uma clara mensagem cínica e chocante”.

“Temos de substituir a cultura da competição pela cultura da cooperação”, afirmou Inês Barbosa, candidata à Cãmara Municipal de Braga, referindo-se ao funcionamento das instituições que integram a rede social.

O Bloco de Esquerda considera que a autarquia, em tudo o que estiver ao seu alcance, face à situação limite que muitas pessoas estão a viver, por razão das políticas de austeridade do Governo, deve atuar de forma mais inovadora e abrangente.