Política

Foi aprovado esta quinta feira por larga maioria no Parlamento Europeu o relatório sobre o Programa Estratégico de Inovação do Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia, da autoria de Marisa Matias. “Num cenário de acentuada crise económica, esta pode ser uma grande oportunidade para a Europa, através do investimento na investigação e na inovação”, afirmou a eurodeputada do Bloco. Artigo de Cláudia Oliveira.

O Bloco de Esquerda promove um debate aberto com o título “Reforma ou Refundação do Estado?” e a participação de investigadores e dirigentes sindicais. O evento terá lugar no próximo sábado, 23 de novembro, no Hotel Mundial.

Notificação dá dois meses ao governo português para adotar medidas contra a discriminação que sofrem os professores contratados, como o emprego precário e o salário inferior ao dos professores do quadro com funções equivalentes.

"Em defesa da Constituição, da Democracia e do Estado Social", Mário Soares volta a juntar intervenções de diversos quadrantes políticos esta quinta-feira, às 21h na Aula Magna da Universidade de Lisboa.  O ex-presidente defende que "para salvar Portugal é preciso que o Governo e o Presidente se demitam".

A maioria de direita e socialista do Parlamento Europeu aprovou em Estrasburgo um orçamento da União Europeia a sete anos que prevê o cancelamento dos fundos estruturais aos países que não cumpram a chamada “condicionalidade macroeconómica”, isto é, as metas do défice e da dívida soberana.

As previsões da OCDE para a economia no próximo ano apontam para um crescimento económico de 0,4%, metade do que o Governo anunciou. Para a deputada bloquista Mariana Mortágua, a OCDE vem comprovar que o Orçamento de Estado em discussão é "irrealista" e que a ministra das Finanças está a seguir a tradição de Vítor Gaspar: falhar todas as previsões.

O primeiro-ministro nomeou Vasco Rato para presidir à Fundação Luso-Americana. O antigo colaborador de Passos, que com ele fundou uma ONG para financiar a empresa Tecnoforma, presidiu mais tarde ao "grupo de reflexão" que tinha por objetivo levar Passos à liderança do PSD. Depois de Agostinho Branquinho, Rato torna-se o mais recente membro da loja Mozart a trocar a Ongoing Brasil por um lugar de nomeação do Governo.

Catarina Martins prosseguiu esta segunda-feira a apresentação das propostas do Bloco sobre o Orçamento de Estado e voltou a destacar a necessidade de renegociar a dívida para criar emprego.

Durante a conferência de imprensa que teve lugar este sábado, a coordenadora nacional do Bloco de esquerda apresentou um conjunto de quatro “medidas mínimas, urgentes e exigentes para combater a pobreza infantil”. “Não aceitamos que em Portugal ter filhos seja meio caminho andado para a pobreza”, frisou a dirigente bloquista.

“É preciso escolher entre o tratado orçamental, a austeridade permanente e a Democracia, frisou a coordenadora nacional do Bloco de Esquerda, Catarina Martins. A dirigente bloquista defendeu que a renegociação da dívida é “o único caminho para a defesa daquilo que é essencial, para a defesa do país, do Estado Social, da Democracia".

“Taxar o dinheiro onde ele deve ser taxado, defender o direito aos salários e às pensões e implementar um plano para a criação de emprego, para resgatar a nossa economia” são as três prioridades do Bloco de Esquerda, adiantou o líder parlamentar, Pedro Filipe Soares. “É necessária coragem para defender as pessoas”, frisou.

Economista e destacado militante tunisino participa esta sexta-feira da sessão “A Primavera Árabe: Crise, transformação e alternativa?”, no Porto, e no sábado na conferência internacional “Uma Saída para a Crise”, em Cacilhas.

João Semedo considera que a “saúde precisa de investimento, não de cortes” e apresentou propostas para contrariar os aspetos mais negativos do OE para 2014 nesta área, em que são cortados 300 milhões de euros. O Bloco propõe, entre outras medidas, o fim das taxas moderadoras no SNS e a generalização a toda a população de rastreios oncológicos.

Comentando os dados do INE, de que o PIB subiu 0,2% no terceiro trimestre de 2013, Mariana Mortágua do Bloco disse que a pequena melhoria coincide com o chumbo do TC e que a conclusão a tirar é que “cada vez que o Governo falha nos seus planos de austeridade a economia melhora”.

É verdade que a crise na zona euro terminou? A resposta é negativa. O regresso a taxas de crescimento anémicas não pode ser interpretado como recuperação. Esses níveis de atividade denotam uma grande fragilidade e não devem disfarçar a delicada situação em que se encontram os bancos europeus. Um crescimento de 1,1 por cento não permitirá reverter a catástrofe social que hoje sofre a zona euro. Por Alejandro Nadal

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