Numa arruada nas ruas de Barcelos, a cabeça de lista do Bloco a esta autarquia defendeu que a água seja devolvida à esfera pública, que se valorize a cultura, a participação e a identidade de quem vive no concelho.
Num primeiro comentário aos anúncios do Governo, a coordenadora do Bloco destaca a borla fiscal aos bancos que se acrescenta à já anunciada borla às grandes empresas e aos fundos de investimento imobiliário, enquanto “a maior parte das pessoas sofre porque não consegue sequer pagar a renda da sua casa”.
Nesta campanha, o Bloco de Esquerda volta a desafiar o modelo de cidade-negócio dos últimos executivos e quer continuar a dar corpo às lutas da cidade e transformar a esperança em política concreta.
Após a rejeição da sua moção de censura à presidente da Comissão Europeia, o grupo A Esquerda diz que a mensagem ficou dada: “não permitiremos que a democracia seja espezinhada, que a nossa soberania seja cedida ou que o direito internacional seja violado”.
A coligação Liberdade junta no Seixal o Bloco de Esquerda e o Livre para as eleições de domingo. Nesta entrevista com Nurin Mirzan, a candidata à Câmara resume os temas fortes da campanha.
A Fenprof faz levantamentos anuais da situação e denuncia que a falta de professores do 1º ciclo levou muitos diretores a retirá-los destas funções. As escassez de profissionais do setor “tem graves consequências na vida dos alunos e das suas famílias”, alerta-se.
Na visita ao Centro de Educação para o Cidadão com Deficiência, Tânia Russo sublinha que a autarquia “tem responsabilidade de garantir a inclusão”. Mariana Mortágua acrescenta que faltam professores de educação especial por culpa do Governo e que este antecipou entrega do Orçamento para desviar atenções da Spinumviva.
PS e PSD rodaram entre si e o que nos deixaram foi uma Coimbra-Trude, uma permanente promessa de uma cidade que nos entusiasme e uma permanente realidade de uma cidade que nos desanima.