Vem agora o Ministro da Educação justificar o despedimento de milhares de professores com a redução do número de alunos. Uma análise cuidada dos dados disponíveis mostra como Crato suspendeu os seus dotes matemáticos para atirar areia para os olhos de todos nós e esconder a opção ideológica que o move.
Hoje produzem-se suficientes calorias no mundo para alimentar toda a gente, mas um sétimo da população mundial não tem dinheiro suficiente para comprar comida.
Segundo um estudo recente, 69% dos jovens, de todas as áreas de estudos, tenciona emigrar. Muitos veem-se forçados a fazê-lo, para terem trabalho (ou também para estudar) e uma vida digna, o que não conseguem em Portugal.
A mentira não é novidade deste governo, o que é novo é que toda a política governamental é um colossal embuste. A governação brutal e impostora tornará a política muito mais dura e violenta.
É já no dia 15 de setembro que o segundo ano do memorando da troika encontrará na rua a primeira grande resposta ao empobrecimento forçado de todas as gerações.
Fernando Rosas, em artigo divulgado no jornal Público, intervém na polémica que tem oposto os historiadores Rui Ramos e Manuel Loff, a propósito da visão “normalizada” do Estado Novo que o primeiro quer impor como consensual.
O sucesso do modelo agroecológico cubano é inegável, mas este modelo pode estar em perigo. Muitos oficiais do regime persistem em querer voltar ao modelo antigo, de monocultura industrial.
Nesta União Europeia germanizada afinal a chefe do governo alemão manda mais facilmente nos governos dos outros do que nas instituições do próprio país.