Opinião

Ricardo Coelho

Uma vez retirada a máscara ao fantasma da austeridade, sobra apenas uma União Europeia entregue a teorias económicas invalidadas pela prática.

Amy Goodman

O Pentágono publicou um novo relatório sobre violação e abuso sexual nas forças armadas dos Estados Unidos. Os resultados são chocantes. Segundo os últimos dados disponíveis, são cometidos cerca de 70 abusos sexuais por dia, o que equivale a 26.000 por ano.

João Mineiro

É tempo de celebrar a convicção de que venceremos todas as discriminações que continuam vivas, mesmo em tempos de celebração.

José Manuel Pureza

Defender a privatização dos CTT é fragilizar gravemente a coesão social e territorial do País.

Renato Soeiro

Muitos dirão: Barroso não manda nada, só faz o que manda a chanceler. Mas esse não seria, só por si, motivo suficiente para pedir a sua demissão?

Miguel Cardina

Cada um e cada uma é responsável pelo seu voto ou pela sua abstenção, pela atitude tomada ou pela falta dela, pelo gesto de sair à rua ou de permanecer no sofá. Os tempos a isso mesmo convocam. Ignorar o presente é tomar (um mau) partido pelo futuro.

Luís Leiria

Artigo do jornal atribui ao governo alemão uma demarcação e uma fúria contra a troika (!) citando exclusivamente fontes anónimas e violando o seu próprio Livro de Estilo.

Rui Matoso

As cidades não podem ser meras máquinas artificiais e administrativas capturadas pelos fluxos globais de hegemonização, da informação e do financiamento. Nem produtos “prontos-a-consumir” enclausuradas numa cultura burocrática.

Luís Branco

Na semana em que passam dois anos da assinatura do memorando da troika, Cavaco invocou Fátima para reafirmar a sua fé nos mercados. Na próxima semana, os protestos viram-se para Belém.

O estrondoso (mas não inesperado) recuo do CDS relativamente à taxa sobre as pensões é uma lição para quem acha que há espaço para negociação no quadro da Troika.

Nuno Leocádio

Há pouco tempo atrás no âmbito de um trabalho de campo, conheci uma aldeia completamente abandonada.

Tiago Pinheiro

Diz-nos o ditado que é por vezes necessário um passo atrás para dar depois dois em frente. Numa altura de demasiados passos atrás paira a nebulosa dúvida se ainda é possível dar algum em frente.