Opinião

Augusto Taveira

Há dias, um jornal denunciou em grandes parangonas "Hospital recusa assistir bebé ferido". Veio-me à lembrança um caso verídico, teria eu uns 4 anos. Esta foi quiçá a mais remota recordação, bastante traumatizante, e que me marcou para todo o sempre.

Miguel Guedes

De que nos serve a informação se ela se fideliza a uma espécie de bolsa dia-a-dia, de discutível fiabilidade, algo especulativa, num método diário que convoca mais o voyeurismo do espectador do que as dúvidas do eleitor?

A Fitch mantém a República Portuguesa ao nível de lixo, por vários motivos. Duas, ou melhor, três notas sobre as considerações da Fitch acerca da República Portuguesa.

Francisco Louçã

O respeito pelo bem estar animal passou a fazer parte da agenda política contemporânea. Considero isso uma excelente notícia. É com essa regra que podemos e devemos dar passos sensatos.

Pedro Filipe Soares

Última semana de campanha e já se sabe como ficarão gastas as palavras “maioria absoluta”. Já não há pachorra! É a chantagem de quem quer o poder absoluto, custe o que custar.

Joana Mortágua

Para PSD/CDS/PAF-, a realidade não conta. Apresentam-se a um país de Alice, interpretado por dados “meramente estatísticos” que são duros de roer num país que voltou a passar fome. Resta-lhes, por isso, apregoar milagres e apelar à fé.

Sofia Roque

A escolha não pode ser entre a política do desastre ou mais uns trocos para ainda mais bolsas, sem uma política de contratação de investigadores coerente e a longo prazo.

Fabian Figueiredo

Há algo que António Costa e Passos Coelho preferem de todo que não se saiba e que faz toda a diferença.

Fomos segunda-feira a Paris, ida volta, em não mais que 14 horas. Uma jornalista perguntava ‘porquê assinalar o início de campanha em Paris, com emigrantes, quando a maior parte nem vota?’.

João Camargo

A escolha dos meios de comunicação em bombardearem diariamente os cidadãos com uma barragem de informação estatística imprecisa e enviesada é uma escolha preguiçosa.

Catarina Isabel Martins

O sítio das mulheres tem de ser o lugar dos direitos, o lugar da dignidade e – mais – o lugar da realização individual e coletiva e – ainda mais – o lugar do poder, do poder democrático e responsável.

Fabian Figueiredo

Portugal não está melhor, as pessoas estão visivelmente pior e o governo, se salvou alguém, não foi o grosso da população portuguesa. O discurso da coligação de direita é um embuste, e chega mesmo a ser ofensivo para aqueles que sofrem com os efeitos da elevada dose de austeridade aplicada.