O XIII Congresso da CGTP, que decorrerá sexta-feira e sábado em Almada, tem um papel central na definição das prioridades para que a esperança, criada a 4 de outubro de 2015, se transforme em caminho de futuro.
Antes de cada desgraça evitável, os negligentes criticam sempre o "alarmismo" de quem previne. É melhor soar o alarme: junto à fronteira portuguesa, sobre o Tejo, cresce o risco de catástrofe.
O Governador do Banco de Portugal até pode continuar. Mas com ele só é certo que continuará a farândola de crises bancárias, de negócios espantosos e de vergonhas na supervisão.
Somos obrigados a reconhecer duas realidades: que o combate à pobreza nos idosos tem de ser uma prioridade e que, para o fazer, é necessário começar por reverter o caminho que a direita fez.
Se os dados mais recentes sobre casos de violência doméstica continuam a ser preocupantes, mais preocupante ainda é que o culto da violência doméstica física e psicológica esteja a ganhar adeptos entre os mais jovens.
Substituir os valores da praxe, isto é, da verticalidade, da hierarquia e da obediência ao superior, pelos valores da horizontalidade, do companheirismo e da igualdade, é uma tarefa urgente.