Em Moçambique as raparigas foram proibidas, este ano letivo, de usar saias curtas nas escolas. Jorge Ferrão, ministro da Educação, defende a medida argumentando que visa a “proteção das meninas”.
O gabinete do Ministério da Educação fez saber da intenção de alargar horários para todos os alunos do ensino público até ao 9º ano para que estes possam estar na escola num horário alargado, ou seja, um horário semelhante aos dos seus pais.
Chegado o fim do adiamento a que o anterior governo tinha condenado estes estagiários, que se anteveja o começo de um novo ciclo que garanta aos estagiários uma oportunidade de trabalho com direitos e proteção social.
A teoria sobre os “privilegiados da função pública” está diretamente ligada à natureza do Estado que a burguesia defende. Não é, portanto, uma teoria recente e caminha a par dos avanços e recuos na construção do Estado Social.
Nunca o caminho da violência e do ódio foi solução. É isso que os dias que vivemos nos dizem. A solução não é fácil, não é única, mas só na democracia e no respeito pelos direitos humanos a poderemos encontrar.
Partindo da intuição de Bernard Shaw quando diz que “a escola é um edifício com quatro paredes e o amanhã dentro dele”, a educação tem de ser pensada como ferramenta com alto potencial de construção da sociedade que preconizamos.
Há quanto tempo sabemos que, em Setembro próximo, os civis e militares norte-americanos, colocados na Base das Lajes, não ultrapassarão as 165 pessoas?
O problema do sistema financeiro português não é de nacionalidade, é de propriedade e de identidade. E é centrando aí o debate que verdadeiramente construímos soluções viáveis.