Marcelo acabou por escolher o veto político com o vulnerável e volúvel argumento da “inoportunidade” – o que o tempo sempre pode corrigir. Então a pergunta é: qual foi a razão para nada pedir ao Tribunal Constitucional?
Já não é o tempo de voltar a apresentar as mesmas propostas que fizemos há muitos anos para equilibrar os efeitos do euro, ou da dívida desigual, ou mesmo para repor o potencial económico de cada Estado-Membro.
Dizem-nos que a regulação do lobbying tem que ser porque o lobbying existe e mais vale regulá-lo do que deixá-lo desregulado. A justificação é pobrezinha. Mas, mais que tudo, gera expetativas falsas.