Opinião

Francisco Louçã

Um dos curiosos e preocupantes argumentos dos que exigiram um voto incondicional em Macron e que nele anteciparam o sinal de uma Europa ressuscitada foi o apelo moralista.

Pedro Filipe Soares

O debate europeu não pode estar dependente dos "neins" de Merkel e Schäuble, porque ninguém os empossou "senhores do império".

Joana Mortágua

Há milhares de professores contratados que agora perguntam, e com razão, se ficaram apeados do comboio da regularização de precários do Estado.

Isabel Pires

Assunção Jekyll é a candidata que tenta lavar a face do que foi sua responsabilidade. Assunção Hyde é a ex-ministra de um governo responsável pela degradação do serviço público de transportes.

Pode a Eurovisão resolver um problema político e humanitário desta dimensão? Certamente que não. Mas isso não quer dizer que lhe deva ficar indiferente. E teria ficado, não fosse o gesto de Salvador Sobral.

Francisco Louçã

22-novas estações de Metro-22. O mapinha que Assunção Cristas exibiu no debate parlamentar com o primeiro-ministro é um dos factos mais significativos da semana [passada] e por várias razões que, todas, enfraquecem a ideia e talvez até a condenem ao pior dos destinos, ser ridicularizada.

Bruno Maia

A propósito do reacender dos fascismos na Europa, espantamo-nos frequentemente com a “falta de memória” dos povos.

Francisco Louçã

A França está pior depois desta eleição, em que se desagregaram os partidos tradicionais e não sabemos o que vem depois.

José Manuel Pureza

Com coragem, Salvador Sobral mandou a suposta neutralidade da Eurovisão às malvas e aproveitou o acréscimo de mediatização momentânea para lançar um S.O.S. em favor dos refugiados. Fez bem.

João Camargo

Em vez de usarem mensageiros, as petrolíferas devem responder pelos seus interesses económicos.

Joana Mortágua

Macron ignora que foi eleito pelo medo e despreza os 20% dos eleitores que votaram em Mélenchon.

Luís Fazenda

Causou estranheza que o presidente da câmara de Lisboa, Fernando Medina, tenha sido o único signatário sem quaisquer responsabilidades em França de um Manifesto denominado "Dès Demain" (A Partir de Amanhã).