“O que é que sente?” Em regra, em qualquer unidade de saúde ou consultório, é esta a primeira pergunta que, provavelmente há séculos, vimos a ouvir de todos os médicos.
Que ninguém espere que as caras pesarosas, as gravatas pretas nos colarinhos brancos dos responsáveis políticos e os abraços e visitas de afectos resolvam mais que o atenuar de uma dor.
A notícia está a tornar-se recorrente, mas nunca deixa de nos surpreender. A cada nova investigação jornalística, mais monstruosa se revela a teia internacional de paraísos fiscais.
Membros do governo catalão estão presos e os parlamentares que votaram uma resolução, depois considerada inconstitucional pelo Tribunal Constitucional, podem também vir a ser presos.
No descongelamento da carreira dos professores, o governo quer apagar quase dez anos de serviço. Esconderem a nossa antiguidade sai-nos caro… e não parecemos mais novas.
Não é um negócio desprezível. Os preços das refeições variam entre 1,18€ e 1,47€ mas, se pensarmos que são confecionados 110 milhões de refeições escolares, passamos a falar de megacontratos de dezenas de milhões de euros.
Enquanto se legitimar a ideia de que o pagamento de impostos é um custo como qualquer outro, não há princípio de igualdade ou justiça que possa prevalecer.
João Pedro Costa, o segundo (e último) vereador eleito pelo PSD na Câmara Municipal de Lisboa veio pronunciar-se sobre o Acordo celebrado entre o PS e o Bloco de Esquerda no âmbito da Câmara Municipal de Lisboa.
Ao longo de anos e anos seguidos, temos sido bombardeados pelos dirigentes do PS, PSD e CDS, juntamente com os comentadores encartados da televisão e jornais, a clamarem por menos Estado.
Tendo em conta os episódios de violência e de racismo permanentes, a decisão tomada pelo Governo de encerrar o Urban Beach é um exemplo de ação e de sanidade.