O deslumbramento de alguns dos dirigentes socialistas e opositores dos acordos com a esquerda, que agora namoram a ideia de uma aliança PS-PAN, diz muito da forma descuidada e impante como se tratam as respostas que um partido deve ao país.
O debate sobre a Natureza e os animais e, em geral, sobre o Ambiente (e, neste, sobre o crítico problema das alterações climáticas) está, e bem, na ordem do dia. É premente e até urgente que continue a estar.
Com a criação de um estatuto, as cuidadoras e os cuidadores informais ganham assim a sua primeira batalha pelo reconhecimento de uma vida dedicada ao cuidado de terceiros.
Os números do emprego escondem uma realidade, a uberização do trabalho, com a consequente degradação tanto das condições contratuais quanto dos salários.
A percentagem de abstenção nas eleições europeias continua a não ser surpreendente, mas é bem reveladora do afastamento dos eleitores face aos seus deveres mínimos de cidadania.
Quando fizeram o primeiro encontro nacional, e não foi assim há tantos anos, as cuidadoras e cuidadores começaram tudo do zero, ao fim de décadas de invisibilidade e de falta de reconhecimento.
O que se pretende aqui mais questionar é até que ponto o aumento da precariedade do emprego e do / no / pelo trabalho e, em geral, a desregulamentação e desregulação de direitos do e no trabalho não fez degenerar o emprego criado em perda de qualidade, em subemprego e em sobre-trabalho.