Uma boa história começa sempre com uma tragédia: o convite endossado por Passos Coelho e as políticas devastadoras da Troika iraram e revoltaram muitos que viram hipotecado o seu presente e futuro.
Bem sei que já passou a época dos fogos florestais e tem chovido bem em novembro. Portanto existe a natural tendência para considerar que, por ora, este assunto está arrumado. Não é assim...
Passaram cinco anos da aprovação da Iniciativa Legislativa Popular Valentim Paz-Andrade (LPA) pelo Parlamento galego, a lei prometia aproveitar os vínculos da Galiza com a Lusofonia - só que ainda não.
Em meados de setembro, fomos surpreendidos/as com as declarações de António Costa, primeiro-ministro de Portugal, sobre o subsídio de mobilidade atribuído às duas Regiões Autónomas. Segundo ele, o mesmo “é absurdo e irracional”.
É preciso criar um regime que promova a exclusividade, que valorize quem se dedica a tempo inteiro ao serviço público, que permita captar profissionais para que os serviços não encerrem, para que os tempos de espera não se perpetuem.
E já faz três anos que o primeiro-ministro António Costa deixou a promessa de “erradicar o amianto, essa substância cancerígena, dos espaços públicos”.
A sua expansão significa que o aeroporto se vai manter no centro da cidade nos próximos 50 anos, afetando o bem-estar e a saúde desta e das próximas duas gerações.
No passado dia 31 de outubro, trabalhadores e trabalhadoras de Call Centers portugueses decidiram desligar o telefone. Exigiram o século XXI naquela greve. E isso correspondia a uma ideia tão simples: respeito e direitos laborais.
Foi esta a pergunta que cerca de 10 mil pessoas colocaram ao Parlamento através de uma petição que foi hoje discutida. Estranhamente, a maior parte dos deputados responderam que sim.