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Subsídio de desemprego: número de beneficiários caiu 3% em outubro

A cobertura à população desempregada reduziu-se em todo o país face a setembro, à exceção de Beja, Faro e Madeira, diz a Segurança Social. Se compraramos com outubro de 2019, essa quebra foi sentida apenas nos Açores.
IEFP
Foto de Paulete Matos

De acordo com o Dinheiro Vivo, que cita dados da Segurança Social, em outubro de 2020 foram pagas 223.167 prestações por desemprego, menos 7.136 que no mês anterior, o que significa uma descida de 3%. Comparando com outubro de 2019, foram pagos mais 42% de prestações, isto é um de aumento de 65.795.

Em outubro deste ano, 55,3% dos desempregados registados no Instituto de Emprego e Formação Profissional recebiam a prestação. Em setembro, eram 56,1%.

Esta redução acontece por todo o país. No entanto, é na região do Algarve que se sente a maior subida do desemprego devido à pandemia. O centro distrital da Segurança Social de Faro aumentou as prestações de desemprego em 9%, perto de 16 mil subsídios. Trata-se de um crescimento de 166% comparando com o período homólogo.

A Madeira e Beja também têm uma subida das prestações de desemprego pagas: Madeira com mais 4% e Beja com mais 3%. Na comparação com o ano anterior, os Açores são a única região com menos subsídios de desemprego a pagamento, uma quebra de 7%. Se compararmos com setembro deste ano, as maiores quebras de atribuição registaram-se em Viseu, Aveiro (menos 8%) e Bragança (menos 9%).

Em outubro de 2020, a média do valor da prestação foi de 500,82 euros. A despesa mensal foi de 111,7 milhões de euros, 1,9% menos que no mês anterior.

Os dados recolhidos pelo JN/Dinheiro Vivo mostram-nos que a redução mais significativa foi nas mulheres entre os 30 e 44 anos, relativamente às prestações de desemprego pagas do mês de outubro.

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