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O que correu mal com o voto dos emigrantes deve ser avaliado e corrigido

Em declarações à TSF, Pedro Filipe Soares valorizou as alterações legislativas que aumentaram número de emigrantes que votaram. Sobre problemas na votação dos residentes no estrangeiro disse que é preciso uma “avaliação profunda” para que não se repitam e se garanta direito ao voto “sem barreiras ou complicações”.
Pedro Filipe Soares.
Pedro Filipe Soares. Foto de Paula Nunes.

Numa declaração inserida no Fórum da TSF, Pedro Filipe Soares pronunciou-se sobre o processo de votação dos cidadãos portugueses residentes no estrangeiro.

O deputado começou por “valorizar as alterações legislativas que foram feitas”. Isto porque “ao terem introduzido quer o recenseamento automático quer as novas formas de voto conseguiram criar um universo de votantes muito mais robusto do que aquele que existiu há quatro anos”.

Nas últimas eleições “votaram cerca de 35 mil pessoas” e, neste processo, foram quase 160 mil. Por isso, Pedro Filipe Soares faz um “balanço positivo” das alterações legislativas.

Em segundo lugar, o deputado do Bloco considera “inequívoco” que estas alterações legislativas “esbarraram em alguns problemas operacionais” que “devem ser devidamente avaliados e devem ser ultrapassados” e deu o exemplo dos problemas detetados no voto em mobilidade que foi testado pela primeira vez nas Europeias em que “apenas em meio ano vários dos problemas foram ultrapassados e o voto em mobilidade foi feito com muito maior facilidade”.

Para Pedro Filipe Soares, os exemplos que foram ouvidos ao longo do programa de rádio em que participou mostraram já “problemas recorrentes, identificáveis e ultrapassáveis” mas, claro, “deve ser feito um inquérito mais profundo, uma avaliação mais profunda” para “o apuramento do que correu mal” através de uma “análise técnica capaz de de nos ajudar a no futuro não termos estes problemas e a garantir um direito fundamental como é o direito ao voto seja feito sem barreiras, sem complicações de forma mais simples”. Isto para que estas pessoas “se sintam cidadãos de pleno direito.”

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