Neste dossier, é rejeitada a política do excel e do negócio do Governo que, a 6 meses de fim de mandato, abriu época de saldos nos transportes. São abordadas as razões pelas quais a TAP não deve ser vendida e desmontados os argumentos utilizados para justificar o negócio. As consequências da entrega da exploração da STCP e da Metro do Porto e a forma como a política de destruição da STCP favorece interesses privados são analisadas por quem está no terreno e defende que é possível parar a sua privatização. É abordada a importância de manter a EMEF pública, enquanto garantia da segurança na ferrovia, o papel de Sérgio Monteiro no processo de privatizações e a atuação do Bloco na AML. Damos ainda conta das iniciativas promovidas pela Fectrans contra as privatizações na Carris, Metro de Lisboa, Transtejo e Soflusa.
Privatização dos transportes públicos: Um assalto ao país
porMariana Carneiro
Por forma a prosseguir na sua sanha privatizadora, o Governo tem vindo a apostar na degradação dos transportes públicos, seguindo uma política de desinvestimento e desorçamentação para poder vender a preço de saldo e garantir grandes lucros para os privados. A seis meses do fim do mandato, a maioria de direita acelera todos os processos de alienação de setores estratégicos, essenciais para o desenvolvimento do país, e promove uma ofensiva brutal contra os trabalhadores. Dossier coordenado por Mariana Carneiro.
17 de abril 2015 - 19:03
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Foto de Paulete Matos.