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Luís Farinha

Ex-Diretor do Museu do Aljube Resistência e Liberdade. Investigador no Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

Artigos do Autor(a)

3 de Abril, 2021 - 18:15h

Uma questão ideológica e doutrinária ou uma disputa de poder no interior do partido? Por Luís Farinha.

16 de Março, 2021 - 22:10h

A propósito de mais um esclarecimento (com ciência em barda) da historiadora Maria de Fátima Bonifácio à edição nº 759 do “Nascer do Sol” do azarento dia 13 de março do corrente ano.

9 de Março, 2021 - 15:02h

Os democráticos, liderados por Afonso Costa e por uma elite militar onde avultava a figura do general Norton de Matos, foram os principais responsáveis pela intervenção de Portugal na Primeira Grande Guerra. Por Luís Farinha.

22 de Fevereiro, 2021 - 13:31h

Um livro “proibido” do general António de Spínola com parecer favorável do general Costa Gomes. A publicação de Portugal e o Futuro, em 22 de fevereiro de 1974 – a dois meses do “25 de Abril”, desencadeou um terramoto no regime. Por Luís Farinha.

21 de Fevereiro, 2021 - 22:54h

“Os portugueses foram “vítimas” ou “cúmplices” da PIDE?” O que há dizer sobre este título de um artigo do Público - P2, 14.2.2021 da autoria de Duncan Simpson?

18 de Fevereiro, 2021 - 16:57h

No dia 18 de fevereiro de 1911, poucos meses depois da implantação da República, o Governo Provisório publicou a lei do “registo civil obrigatório” como instrumento fundamental do processo de laicização da sociedade portuguesa. Por Luís Farinha.

15 de Fevereiro, 2021 - 14:34h

Em 15 de fevereiro de 1931, o Avante! aparecia a público com uma linguagem ainda longe de incorporar a doutrina marxista-leninista em toda a sua plenitude. Por Luís Farinha.

13 de Fevereiro, 2021 - 00:05h

O assassinato a sangue frio do general Humberto Delgado por uma brigada da PIDE, chefiada pelo inspetor Rosa Casaco, ficou para a história do fascismo português como o mais hediondo crime – senão comandado, pelo menos consentido – pelo ditador Oliveira Salazar. Por Luís Farinha.

3 de Fevereiro, 2021 - 15:18h

Pode dizer-se que a República nunca tivera tantos defensores armados, nem mesmo no “5 de Outubro de 1910”. Também nunca tivera tantos adversários e por isso o movimento revolucionário sucumbiu. Por Luís Farinha.

31 de Janeiro, 2021 - 10:45h

O 31 de Janeiro de 1891 foi um movimento patriótico e republicano, gerado pela reação nacional ao Ultimato inglês de 1890 e à crise financeira que, um ano depois, havia de declarar-se pela “bancarrota de 1892”. Por Luís Farinha.

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